Resposta curta
O PDRN de salmão é DNA purificado do esperma de salmão ou de truta. Usa-se o esperma porque dele sai um DNA muito puro, com menos restos de proteínas do que o de outras células. Os benefícios mais estudados são os das injeções aplicadas por médicos: num ensaio grande, ajudaram a fechar úlceras de pé diabético, junto com os curativos habituais, e há estudos pequenos em cicatrizes, tendões e rejuvenescimento facial. Para sérums e cremes com PDRN de salmão em pele saudável (uso estético) há um único ensaio, pequeno. O PDRN vegetal não é a mesma coisa: é DNA de plantas ou de algas, com ainda menos estudos em pessoas. Se você tem alergia a peixe, evite as injeções e fale com um alergista antes de usar um creme; se está grávida ou amamentando, evite também as injeções.
O que a ciência diz, por uso
- Cicatrizes de cirurgia, injetávelMuito fraca
Um único ensaio, com 44 pessoas operadas da tireoide: após 3 meses, as cicatrizes com PDRN estavam menos vermelhas e menos elevadas, mas na avaliação geral a diferença pode ter sido por acaso. O outro grupo não recebeu placebo.
- Tendões e fascite plantar, injetávelLimitada
Poucos estudos pequenos, alguns sem grupo de comparação (169 pacientes numa revisão de 2023). Num ensaio contra soro fisiológico com 40 pessoas com fascite plantar, o grupo com PDRN tinha menos dor após 12 semanas, não após 4.
- PDRN vegetal ou de alga, em cremeMuito fraca
Poucos ensaios, feitos pelas empresas que o vendem, com extratos que têm muito pouco DNA ou que não o medem (90 mulheres com um extrato de alga, 10 pessoas com peônia). Não valem para o PDRN de salmão.
Se antes você quer saber o que é o PDRN e como ele agiria na pele, comece por o que é PDRN e o que a ciência diz.
Por que o PDRN vem do esperma de salmão?
O PDRN é extraído dos espermatozoides de dois peixes da família do salmão: a truta arco-íris e o salmão-keta. O fabricante do medicamento original, a italiana Mastelli, explica por que se usa essa parte do peixe: os espermatozoides são as células mais adequadas para obter um DNA muito purificado, sem os restos de peptídeos, proteínas e gorduras que podem ficar em outras células. O parecer 2936/2025 do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) diz o mesmo.
No medicamento original (Placentex), esse DNA é purificado até passar de 95% de pureza. Segundo o mesmo parecer, essa pureza é importante para reduzir o risco de reações do sistema imunológico.
Processo · em 4 passos
Do peixe ao frasco
- Passo 1
Esperma de truta ou salmão
Truta arco-íris ou salmão-keta. Só pode ser obtido na época de reprodução, e isso o encarece.
- Passo 2
Extração do DNA
Os espermatozoides dão um DNA muito purificado, sem os restos de peptídeos, proteínas e gorduras de outras células.
- Passo 3
Purificação
Elimina as protaminas, proteínas ligadas ao DNA. No medicamento original, o Placentex:
> 95% de DNA - Passo 4
Dois destinos
Injetável de uso médico
Mais de 95% de DNA.
Cosmético
No rótulo, «Sodium DNA» ou «Hydrolyzed Sodium DNA». A pureza e a origem do DNA quase nunca são informadas.
Salmão ou truta? O medicamento original é feito com truta arco-íris, da mesma família; outros fabricantes usam salmão-keta. Na embalagem, “salmão” pode se referir a qualquer um dos dois, e a lista de ingredientes não informa a espécie.
Alguns injetáveis anunciados como “DNA de salmão” não são PDRN, e sim PN (polinucleotídeos): a mesma família, mas com fragmentos de DNA mais longos. Por exemplo, o medicamento original com PDRN é o Placentex (Itália), e o injetável coreano Rejuran é PN. Os resultados dos estudos com PN não valem automaticamente para o PDRN.
Quais são os benefícios do PDRN de salmão?
Quase todos os benefícios atribuídos ao PDRN de salmão vêm de injeções aplicadas por médicos, não de cremes.
PDRN injetável
- Feridas que não fecham. É o uso com a melhor evidência. No maior ensaio, italiano e duplo-cego, 216 pacientes com úlcera de pé diabético receberam PDRN ou placebo por 8 semanas, em injeções intramusculares e ao redor da ferida, além dos curativos habituais. A ferida fechou por completo em 37% do grupo com PDRN e em 19% do grupo com placebo. Há outros ensaios menores em feridas. Mesmo assim, a diretriz internacional sobre pé diabético (IWGDF, 2023) considerou que esse ensaio tinha risco de viés moderado e não recomenda os medicamentos desse grupo para fechar as úlceras melhor do que com os curativos habituais. É um uso médico, não estético: se você tem diabetes e uma ferida no pé, quem decide o tratamento é o seu médico. Não passe cremes nem sérums na ferida.
- Cicatrizes de cirurgia. Na Coreia, 44 pessoas operadas da tireoide foram divididas por sorteio em dois grupos: um recebeu duas injeções de PDRN, no primeiro e no segundo dia após a cirurgia, e o outro não recebeu nada (nem placebo). Após 3 meses, as cicatrizes do grupo com PDRN estavam menos vermelhas, menos elevadas e incomodavam menos. Na pontuação geral da cicatriz, a diferença não foi estatisticamente significativa: pode ter sido por acaso.
- Tendões e fascite plantar (a dor na sola do pé). Uma revisão sistemática de 2023 reuniu 7 estudos clínicos com 169 pacientes com dor no cotovelo, no ombro, no joelho ou no tendão de Aquiles, ou com fascite plantar. Em todos houve melhora e não houve efeitos adversos registrados, mas alguns eram casos isolados ou séries sem grupo de comparação, então não se sabe quanto da melhora se deve ao PDRN. Os autores pedem ensaios maiores. Num ensaio contra soro fisiológico, com 40 pessoas com fascite plantar e 3 injeções semanais, não houve diferença após 4 semanas, mas após 12 semanas o grupo com PDRN tinha menos dor.
- Rejuvenescimento facial. Uma revisão sistemática de 2025 sobre injeções de PN reuniu 9 estudos de qualidade baixa a moderada, com 219 pacientes; as injeções melhoraram rugas, textura e elasticidade em vários deles. Mas um desses estudos, com 72 dos pacientes, foi retratado (cancelado pela revista) em 2016, então na verdade restam 8 estudos e cerca de 147 pacientes. Além disso, dois dos autores da revisão colaboram com o fabricante do Placentex ou com um distribuidor dos seus PN. Outra revisão, de 2026, encontrou só 4 ensaios randomizados de rejuvenescimento com PN ou PDRN, todos pequenos. Quase tudo o que se sabe em estética, portanto, é sobre PN, não sobre PDRN.
- Manchas. Só há estudos de laboratório e uma série de 6 mulheres que receberam PDRN injetado na pele do rosto, em 3 sessões e sem grupo de comparação. É muito pouco para falar em benefício.
- Cabelo. Os estudos são poucos, pequenos e sem placebo. Explicamos em PDRN para cabelo.
Nos ensaios, os efeitos colaterais das injeções foram sobretudo leves: vermelhidão, inchaço e pequenos hematomas. Fora dos ensaios há riscos mais sérios, como infecções, sobretudo se quem aplica não é médico ou se o produto não foi feito para ser injetado. Explicamos em o que é PDRN.
As injeções não são indicadas na gravidez e na amamentação, se houver infecção ativa na região ou em quem tem alergia a peixe ou frutos do mar. Também não são indicadas para quem usa anticoagulantes ou tem distúrbio de coagulação; se você tem doença autoimune, avise quem for aplicar. Em nenhum caso suspenda um remédio por conta própria para fazer a aplicação. Para cremes não há dados na gravidez: fale com seu médico antes de começar um produto novo.
PDRN de salmão em creme ou sérum
Para PDRN de salmão aplicado na pele saudável, encontramos um único ensaio clínico. Num ensaio publicado em 2026, 31 mulheres chinesas de 35 a 55 anos usaram, por 28 dias, um creme para a área dos olhos com 0,1% de PDRN de esperma de salmão num lado do rosto e um creme com 0,1% de retinol no outro. O lado com PDRN melhorou mais nas rugas e na densidade da pele. Mas foram poucas mulheres e pouco tempo, vários autores trabalham em empresas de biotecnologia e não houve nenhum lado com um creme sem ativo para comparar. Além disso, eram mulheres com pele sensível, e os próprios autores lembram que o retinol muitas vezes irrita, sobretudo ao redor dos olhos, então a comparação pode ter favorecido o lado com PDRN. Eles mesmos apresentam os resultados como sinais iniciais.
Por outro lado, o DNA é uma molécula enorme e não está provado que atravesse a pele em quantidade relevante. Para os outros benefícios anunciados nos cremes, como hidratar, clarear manchas ou “regenerar”, não encontramos estudos em pessoas com PDRN de salmão. Analisamos isso a fundo em sérum de PDRN.
PDRN de salmão ou PDRN vegetal?
Muitas marcas vendem PDRN “vegetal” ou “vegano”: DNA de plantas (como a peônia ou a rosa), de algas ou de bactérias. Um motivo é evitar a origem animal; outro, o preço: o esperma de salmão e de truta só pode ser obtido na época de reprodução, e isso encarece o PDRN de salmão, segundo uma revisão de 2021.
O que os estudos do PDRN vegetal mostram:
- Uma revisão de 2026 sobre o PDRN de plantas conclui que a evidência é sobretudo de laboratório. Os autores alertam que ela não deve ser entendida como prova de que funcione igual ao PDRN de origem animal. Um dos autores trabalha numa empresa de biotecnologia.
- Os ensaios em pessoas são poucos e das próprias empresas. Um deles, com 90 mulheres, encontrou mais volume e hidratação do que com placebo com um creme de extrato de alga vermelha “rico em PDRN”. Mas, pelos dados do próprio estudo, esse creme tinha entre cerca de 10 mil e 30 mil vezes menos DNA do que o creme de salmão do ensaio de 2026. O mais provável é que o efeito venha de outros componentes do extrato, que é rico num polissacarídeo (um tipo de açúcar complexo), o componente principal que os autores descrevem.
- O de peônia foi testado em 10 pessoas, e o de rosa, só em células e em amostras de pele humana no laboratório.
- Quando você ler que um PDRN vegetal ou bacteriano “supera” o de salmão, veja de onde vem a comparação. No estudo que encontramos com DNA de bactéria, a comparação foi feita só no laboratório (testes químicos e com células).
Resumindo: o PDRN de salmão tem alguns estudos em pessoas, quase todos com injeções; o vegetal quase não tem. Em creme, nenhum dos dois tem provas sólidas. Se você escolhe um vegetal por ser vegano, é um motivo válido, mas não espere os resultados dos estudos com PDRN de salmão.
PDRN de salmão é seguro para quem tem alergia a peixe?
- Não encontramos estudos. Não encontramos nenhum caso publicado de reação ao PDRN em pessoas alérgicas a peixe, nem com injeções nem com cremes. A falta de casos publicados não quer dizer que o risco seja zero.
- Por que o risco teórico é baixo. Quase todas as alergias a peixe são causadas por uma proteína do músculo do peixe, a parvalbumina, e o PDRN é extraído do esperma, não do músculo. O PDRN de uso médico tem mais de 95% de DNA. Nos cosméticos, por outro lado, a pureza e a origem do DNA quase nunca são informadas.
- A proteína que poderia sobrar. No esperma, o DNA vem ligado a proteínas chamadas protaminas, que a purificação precisa eliminar. A protamina também é usada como medicamento em cirurgia, injetada na veia e em doses de dezenas a centenas de miligramas, muito acima de qualquer resto que pudesse ficar num PDRN purificado. Num estudo com 214 pessoas alérgicas a peixe que a receberam (a dose mediana foi de 310 mg), só 2 tiveram reação. Isso não mede o risco do PDRN, mas não aponta para um risco alto.
- O que as referências clínicas recomendam. O EyeWiki, a enciclopédia médica on-line da Academia Americana de Oftalmologia, escrita por oftalmologistas, desaconselha injeções de polinucleotídeos (a família do PDRN) ao redor dos olhos em quem tem alergia a peixe ou frutos do mar: mesmo com a purificação, fica um pequeno risco de reação. Para cremes, não encontramos recomendações específicas.
Se você tem alergia a peixe, evite injeções de PDRN ou PN de salmão. Antes de usar um creme ou sérum com PDRN de salmão, fale com um alergista, sobretudo se já teve uma reação grave; detalhamos isso em sérum de PDRN é seguro?. Um PDRN vegetal evita o peixe, mas também não é automaticamente hipoalergênico: a revisão de 2026 sobre o PDRN de plantas pede que os estudos informem os restos de proteínas e outras moléculas da planta.
Como saber se um produto tem PDRN de salmão de verdade?
Na frente da embalagem, “PDRN” e “DNA de salmão” não garantem nada: não são os nomes oficiais do ingrediente. O que conta está na lista de ingredientes e no que o fabricante informa.
- Procure o DNA na lista de ingredientes (INCI). A RDC 752/2022 da ANVISA exige que o rótulo traga os ingredientes com os nomes INCI. O DNA costuma aparecer como Sodium DNA ou Hydrolyzed Sodium DNA (DNA quebrado em fragmentos menores). Você pode colar a lista no nosso leitor de ingredientes para encontrá-lo.
- Confira a origem. Esses nomes não dizem se o DNA vem de salmão, de truta, de planta ou de bactéria. Se a embalagem diz “salmão”, confira se o fabricante confirma isso no site ou na embalagem. Nos produtos vegetais, o “PDRN” às vezes aparece só como um extrato de planta, sem nenhuma menção a DNA.
- Procure a concentração. Quase nenhum rótulo informa. Se aparecer em partes por milhão: 1% equivale a 10 mil ppm, e o creme do único ensaio com PDRN de salmão tinha 0,1% (mil ppm). “Rico em PDRN” sem um número não diz nada.
- Desconfie de promessas médicas. A RDC 752/2022 proíbe que o rótulo de um cosmético traga alegações terapêuticas, como tratar feridas ou inflamações. Se o produto promete “regenerar”, “curar” ou “reparar o seu DNA”, promete algo que nenhum estudo mostrou com um creme e que um cosmético não pode prometer.
- Confira o registro. O rótulo deve trazer o número de regularização na ANVISA, que você pode consultar na consulta de produtos da ANVISA.
- Se for injetável, ele precisa de registro como medicamento ou como produto para saúde (dispositivo médico), e quem aplica deve ser um médico. Um sérum ou creme com PDRN não deve ser injetado nem aplicado com microagulhas em casa: não são produtos estéreis feitos para entrar na pele. Também não compre frascos de PDRN ou PN pela internet para aplicar em você mesmo: mesmo que sejam originais, a técnica e a esterilidade importam tanto quanto o produto.
O que diz a regulação no Brasil?
No parecer 2936/2025, aprovado em maio de 2025, o CRM-PR relata uma busca na base da ANVISA que encontrou 22 produtos com PDRN, todos cosméticos de uso externo, e conclui que injetá-los não é permitido. A busca foi feita entre os cosméticos com “PDRN” no nome, então os injetáveis de PN vendidos como “DNA de salmão” não entram nela, e os registros podem ter mudado desde então.
Na prática: se alguém oferecer uma “injeção de PDRN”, peça para ver a embalagem e confira o registro na ANVISA antes de aceitar. Um número de cosmético não autoriza injeção. Se você quer um tratamento injetável para a pele, procure um dermatologista para indicar opções registradas na ANVISA.
Este texto é informação geral e não substitui uma consulta médica.
Perguntas frequentes
Por que o PDRN é extraído do esperma de salmão?
Porque dos espermatozoides se obtém um DNA muito puro. Segundo o fabricante do medicamento original e um parecer do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), eles são as células mais adequadas para isso, porque não carregam os restos de proteínas, peptídeos e gorduras que podem ficar em outras células. O medicamento original é feito com truta arco-íris, um peixe da família do salmão; outros fabricantes usam salmão-keta.
Para que serve o PDRN de salmão?
Injetado por um médico, foi estudado sobretudo para ajudar a fechar feridas difíceis: no maior ensaio, com 216 pacientes com úlcera de pé diabético, a ferida fechou por completo em 8 semanas em 37% com PDRN e em 19% com placebo, sempre junto com os curativos habituais. Mesmo assim, a diretriz internacional sobre pé diabético não recomenda esse tipo de medicamento, e uma úlcera precisa ser tratada por um médico. Também há estudos pequenos em cicatrizes de cirurgia, tendões e rejuvenescimento facial (estes, quase todos com PN). Em sérums e cremes para pele saudável só há um ensaio pequeno, então não se sabe se funciona aplicado na pele.
PDRN de salmão e PDRN vegetal são a mesma coisa?
Não. Os dois são DNA, mas de fontes diferentes, e o tamanho, a pureza e o que acompanha o DNA mudam. Quase todos os estudos do PDRN vegetal são de laboratório ou das empresas que o vendem, e uma revisão de 2026 alerta que eles não mostram que funcione igual ao de origem animal. Os resultados do PDRN de salmão não valem para o vegetal, nem o contrário.
Quem tem alergia a peixe pode usar PDRN de salmão?
Não encontramos nenhum estudo sobre o PDRN em pessoas alérgicas a peixe. Em teoria o risco é baixo: quase todas as alergias a peixe são causadas por uma proteína do músculo do peixe, e o PDRN de uso médico, extraído do esperma, tem mais de 95% de DNA. A proteína que poderia sobrar do esperma, a protamina, é outra. Mas nos cosméticos a pureza quase nunca é informada. O EyeWiki, a enciclopédia médica on-line da Academia Americana de Oftalmologia, desaconselha injeções de polinucleotídeos (a família do PDRN) em quem tem alergia a peixe ou frutos do mar. Antes de usar qualquer produto, fale com um alergista.
Posso usar PDRN de salmão na gravidez ou na amamentação?
As injeções não são recomendadas na gravidez nem na amamentação: não há dados de segurança, e a orientação clínica é evitá-las. Para cremes e sérums também não há dados, então fale com seu médico antes de começar um produto novo.
Como saber se um produto tem PDRN de salmão de verdade?
Procure na lista de ingredientes (INCI) Sodium DNA ou Hydrolyzed Sodium DNA, que são os nomes do DNA. Esses nomes não dizem se o DNA vem de salmão, de planta ou de bactéria, então a origem e a concentração precisam estar escritas à parte, na embalagem ou no site do fabricante. Se não estiverem, não há como conferir.
Fontes
- Mastelli (fabricante do Placentex). Polidesossiribonucleotidi: PDRN (em italiano)
- Mastelli. Polinucleotidi: PN (em italiano)
- AIFA (Agência Italiana de Medicamentos). Placentex: bulas técnicas (RCP) do creme, da solução cutânea e da solução injetável (PDF, em italiano)
- Parecer CRM-PR n.º 2936/2025 sobre o uso de PDRN
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- ANVISA. Consultas: produtos regularizados